Em arcas de madeira salguei,as minhas mágoas,escondi um pouco de mim.Os meus dentes,cospem pessoas más,saliva na minha boca,por querelas bem longe.Fui chamada de bruxa boa por prever coisas más.Jogos de maldade,artimanhas,dunas e sinas.É sempre que de mim fujo,faço-o por ti. Sinto-me uma ladra de ilhas e oásis.Vivo em grutas de mistério e fantasia.Aqui as tintas são lepra no sangue,que irá roer tristes sentimentos sóbrios;que vou afastar,e o diabo tem olhos de lince e ouvidos de tuberculoso.Ao terror e á raiva,afogo-os,descobre-os e levo-os ao colo na minha melhor pessoa.Porque cão que ladra não morde.Tenho olhos de coruja,esperteza duma hiena e a fúria de uma leoa.
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